sexta-feira, 15 de maio de 2015

Zaqueu o publicano

Referência: Lc 19:1 "ZAQUEU O PUBLICANO TEXTO: (LC 19.1-10) A historia de Zaqueu foi mudada quando Jesus emtrou em Jericó uma cidade amaldiçoada por Deus. O novo testamento relatá a ida de Jesus a Jericó somente duas vezes; nessas duas vezes Jesus cura quatro cegos (Mt 20.29; Mc 10.46; Lc 18.35) E não sabemos se a visita de Jesus a Jericó quando encontrou Zaqueu se foi na primeira vez, ou na segunda, mas isto não é importante. O que realmente é importante é a salvação de Zaqueu e a cura dos quartos cegos, pois os milagres de Jesus são pedagógicos - Com a cura dos cegos jesus nos ensina que ele restaura não somente a visão fisica, mas também a espiritual e isto podemos ver quando salvou Zaqueu. O nome de Zaqueu significa puro. QUEM ERA ZAQUEU? ZAQUEU ERA UM PEQUENO HOMEM... 1. Com uma grande corrupção 2. Com uma grande riqueza 3. Com uma grande liderança 4. Servindo ao grande império romano 5. Grandemente odiado pelos judeus 6. Com um grande vazio na alma 7. Com um grande alvo - Jesus 8. Com um grande problema - A multidão...Romper a multidão era 9. Com uma grande estratégia - correu e subiu numa figueira brava que ficava na rua principal 10. Com um grande encontro - Encontrou a alegria... 11. Com uma grande confisão CONCLUSÃO "

OS SINAIS IMPERATIVOS DE DEUS PARA O SEU POVO

TITULO: AS ORDENS DE DEUS PARA O SEU POVO ESCOLHIDO

TEXTO BÍBLICO: "Após o SENHOR vosso Deus andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis." Dt 13:4

INTRODUCAO: Somos escolhidos por Deus para obedecer os seus imperativos que são inquestionáveis a nossa história como povo de Deus não pode ser contumaz aos imperativos de Deus... conforme o versículo 4 do nosso texto escolhido. o versículo 4 é o versículo chave do capítulo 13 de Deutereomonimo pois serve como sinal para o povo de Deus descobrir quem é quem na congregação se, são ou não, servos obedientes as mandamentos do senhor Deus.

TEMA: OS SINAIS IMPERATIVOS DE DEUS PARA O SEU POVO

1. SEGUIR SOMENTE O SENHOR;

2. TERMER O SENHOR;

3. QUARDAR OS MANDAMENTOS DO SENHOR;

4. O OUVIR A VOZ DO SENHOR;

5. SERVIR AO SENHOR;

6. CHEGAR SE A DEUS;

CONCLUSÃO: SE VC QUE SER AMIGO E CHEGADO DE DEUS ENTÃO GUARDE OS SEUS MANDAMENTOS POIS QUEM SEQUI O SENHOR E O TEME NUNCA SERÁ ENGANADO PELO MALIGNO QUE INDUZ O POVO A SER REBELDES AOS IMPERATIVOS DO TODO PODEROSO. "

sábado, 9 de maio de 2015

As sete marias da Bíblia

Os Judeus tem tipicamente apenas um nome, o que tem causado grandes dificuldades em distinguir entre os indivíduos com o mesmo nome no Novo Testamento. Por exemplo, o Novo Testamento registra os nomes de pelo menos sete Marias diferente. Para distinguir entre eles, os autores do Novo Testamento incluíam apelidos ou outros fatos sobre elas para identificar, tais como os locais de onde vinham (Maria Magdalena ou Maria de Magdala).

1. Quem foi Maria, mãe de Jesus?

Maria, mãe de Jesus, viveu em Nazaré, provavelmente com seus pais, quando a anunciação do nascimento de Jesus veio, embora Mateus e Lucas demonstram uma forte conexão entre ela, seu marido e Belém (Mateus 1:16-23; Lucas 2:4-7). Ela foi uma testemunha do milagre em Caná (João 2:3), porções do ministério (Mateus 12:46), a crucificação (João 19:25) e possivelmente a ressurreição de Cristo (Mateus 28:1; Marcos 16:1 e Lucas 24:10). Ela também é mencionada como estando presente durante uma reunião de discípulos após a ressurreição de Jesus (Atos 1:14). A genealogia de Maria não pode ser encontrada em nenhum lugar da Bíblia, embora em algumas traduções tendem a identificar os registros genealógicos encontrados em Lucas como sendo o de Maria (Lucas 3:23-38).

2. Quem foi Maria Madalena (Magdalena)?

Maria Madalena era da cidade de Magdala. Ela provavelmente ofereceu ajuda financeira para o ministério de Jesus como sugerido por sua habilidade de viajar livremente (Marcos 15:41; Lucas 8:1-2). Ela foi curada miraculosamente de possessão demoníaca (Lucas 8:2). Ela testemunhou a crucificação, sepultamento, sepulcro vazio e o corpo ressuscitado de Jesus (ver Mateus 27:55-56, 61; João 20:14-18). De acordo com o Evangelho de João, ela foi a primeira pessoa a ver Jesus após a ressurreição.

3. Quem foi Maria, irmã de Marta e Lazaro?

Maria, a irmã de Marta e Lazaro, foi condenada por ser discípula quando sua irmã declarou a Jesus que ela estava sobrecarregada com os afazeres domésticos (Lucas 10:41-42). Maria também ungiu os pés de Jesus com lagrimas e os secou com seus cabelos, antes do seu sepultamento, fazendo assim com que Maria fosse a primeira pessoa, exceto Jesus, a chamar a atenção abertamente para sua morte iminente (João 12:3-7).

4. Quem é Maria, a mãe de Tiago e José?

Maria, a mãe de Tiago e José, era uma discípula que seguiu Jesus desde a Galiléia (ver Mateus 27:55-56). O Evangelho de Marcos a apresenta como uma benfeitora do ministério público; ela foi também uma testemunha do sepulcro vazio (Marcos 15:40-41; Mateus 27:56). Ela é provavelmente a “outra Maria” mencionada nos registros do sepulcro vazio (Mateus 27:61). Interessante observar que Jesus tinha outros quatro irmãos, os dois mais velhos eram Tiago e José (Marcos 6:3), fazendo com que seja possível que essa Maria seja a mesma mãe de Jesus, uma conclusão sustentada por Marcos de que essa era Maria, mãe de “Tiago, o menor”, um apelido popular para o irmão mais novo de Jesus que tinha o mesmo nome (Marcos 15:40).

5. Quem era Maria, a esposa de Clopas?

Maria, a esposa de Clopas, é mencionada por nome apenas em João 19:25 como testemunha da crucificação de Jesus e é chamada de “Maria mulher de Clopas”, ou mais literalmente, “Maria de Clopas”. Alguns pensaram que ela fosse Maria, a irmã da mãe de Jesus. Entretanto, não há muitas chances de duas irmãs terem o mesmo nome. Portanto, alguns estudiosos acreditam que a referencia em João citam três pessoas, a mãe de Jesus e “e a irmã de sua mãe” e “Maria mulher de Clopas”, como sendo três pessoas diferentes.

6. Quem é Maria, a mãe de João Marcos?

Maria, a mãe de João Marcos, foi uma importante discípula que abriu seu lar para os Santos em Jerusalém, logo após a morte de Jesus (Atos 12:12.). Lucas a descreveu como uma mulher de meios (Atos 12:12-14).

7. Quem é Maria mencionada em Romanos?

Maria, mencionada em Romanos, parece não ter conexão com qualquer uma das mencionadas nos quatro Evangelhos, mas ela era uma grande bênção para as congregações em Roma. Paulo exaltou seus serviços dizendo: “Saudai a Maria, que trabalhou muito por nós” (Romanos 16:6).

sábado, 25 de abril de 2015

Encontrando força para enfrentar as investidas de Satanás

O que podemos aprender com a tentação de Cristo?

1. ATENTACAO DE CRISTO REVELA AS TÁTICAS DO NOSSO INIMIGO.

2. ATENTACÃO DE CRISTO REVELA COMO VENCERMOS SATANÁS.

3. ATENTACÃO DE CRISTO REVELA QUE A QUERRA ESPIRITUAL PODE SER VENCIDA.

4. ATENTACÃO DE CRISTO REVELA AQUELAS OCASIÕES EM QUE ESTAMOS MAIS VULNERAVEIS E PROPENSOS A SER ATACADOS POR SATANÁS.

5. ATENTACÃO DE CRISTO REVELA  A IMPECABILIDADE DO FILHO DE DEUS: O FATO DE QUE ELE NÃO PODE PECAR.

Como vencer Satanás?

Para vencer Satanás e os demônios é preciso conhecer algumas realidades que envolve a sua pessoa. Vejamos estás realidades:

1. SATANÁS É UM INIMIGO REAL...
2. SATANÁS É UM MENTIROSO MORTAL...
3.  SATANÁS É CRENTE...
4. SATANÁS É UM DOMINADOR DO MUNDO...
5. SATANÁS É UM FALSO DEUS...
6. SATANÁS OPERA MILAGRES...
7. SATANÁS É UM MENTIROSO LETAL...
8. SATANÁS É UM MAGISTRAL  ESTRATEGISTA...
9. SATANÁS É UM INIMIGO DEROTADO...

Qual é a Arma mortal de Satanás?

O ENGANO... Antes de Satanás roubar e destruir ele precisa primeiro nos enganar, como ele nos engana?

1. ENGANO: "SE PARECER BOM, FAÇA! "
2. ENGANO: "É MELHOR CUIDAR DE SE MESMO! "
3. ENGANO: VOCÊ MERECE MAIS DO QUE ISTO!
4. ENGANO: SE VOCÊ O POSSUI, EXIBA!
5. ENGANO: POR QUE ESPERAR?
6. ENGANO: PENSEI QUE DEUS AMASSE VOCÊ!
7. ENGANO: ELE DÁ UM TEMPO PARA ESQUECERMOS QUE ELE NOS DEIXOU E QUE NÃO VOLTARÁ MAS A NOS PERTUBER.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Quem é o Espírito Santo

O  Espírito  Santo  é  pessoa  porque  é  capaz  de  sentir  ciúmes.  É  Tiago  que  nos  diz  isto  quando afirma: “Infiéis,  não  compreendeis  que  a  amizade  do  mundo  é  inimiga  de  Deus?  Aquele,  pois,  que  quiser ser  amigo  do  mundo,  constitui-se  inimigo  de  Deus.  Ou  supondes  que  em  vão  afirma  a  Escritura:  É com ciúme que por nós anseia o Espírito, que ele fez habitar em nós?” (Tg. 4:4,5). Quando  traímos  a  Deus  através  dos  nossos  pecados,  ambiguidades,  contradições  negações  da  fé, amasiamentos  com  o  mundo,  o  Espírito  de  Deus  sente  ciúmes,  como  o  marido,  quando  a  mulher adultera,  e  vice-versa.  Ele  sente  ciúmes  do  adultério  moral  (impureza)  espiritual  (idolatria), econômico  (amor  ao  dinheiro),  político  (paixão  e  esperanças  políticas  mais  acentuadas  em  relação  ao programa  humano  que  ao  Reino  de  Deus).  O  Espírito  não  é  simplesmente  alguém  que  entra  em  nós de  vez  em  quando  e  depois  sai.  Ele  vem  e  fica.  Além  disso,  ele  não  está  presente  apenas  para energizar-nos  a  vida.  Não:  ele  é  uma  Pessoa  com  a  qual  mantemos  relações  pessoais.  E  é  o  marido da nossa alma e da nossa consciência.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

O batismo (Mt 3.5)

1. No Novo Testamento, foi praticado primeiro por João Batista (Jo 3.23).
2. O batismo de João foi reconhecido e confirmado pelo Senhor (Mt 3.13-15; Lc 3.21).
3. Foi praticado pelo Senhor (Jo 3.22; 4.1-2).
4. Os apóstolos batizaram (Mt 28.19; At 2.41).
5. Esta ordenança foi dada para a igreja (Mt 28.19; Mc 16.15-16).
6. O batismo é praticado em nome da Trindade (Mt 28.19).
7. O batismo é um símbolo de uma realidade interior (Rm 6.3).
8. O batismo é precedido pelo reconhecimento e perdão dos pecados (Mt 3.6; At 2.37).
9. O batismo é praticado baseado na fé em Jesus (At 2.41; 18.8).
10. Ele é o símbolo de um batismo maior (Mt 3.11; Tt 3.5). 

sexta-feira, 3 de abril de 2015

servo, escravo e amigo?

No evangelho de Lucas no capítulo 17 e versículo 10 Jesus ensinou os seus discípulos sobre o serviço de um servo segundo o costume da época. Para compreendermos o versículo dez exegeticamente é preciso interpretar as palavras servo e inútil não no nosso contexto moderno da nossa língua portuguesa, pois se fizermos isto, estaremos mutilando o real significado etimológico das palavras. A palavra servo do versículo 10 é um escravo e não um servo como temos em nossos dias. Jesus não ensinou que as obras dos escravos era inútil  mas o sentido que o senhor ensinou aos discípulos é que temos que fazermos muito mais além das nossas obrigações se queremos ser honrados por Deus e pelos homens. Somente a própria pessoa pode dizer de se mesmo que não é digna de honra por ter realizado as suas obrigações do dia a dia, mas quem trabalha para Cristo com amor será recompensado  tanto nessa vida como na eternidade, e nossa atitude como líderes da obra de Deus é sermos cordiais e respeitar os servos de Cristo que dá o que tem de melhor para o reino de Deus por exemplo: dinheiro, tempo, lazer, e tudo isto, para abençoar a igreja de cristo dá qual fazem parte.

Se queremos ser servos amigos de Cristo temos a responsabilidade...

De termos uma visão correta de cristo (mt 25.14-)...
》De ir além das nossas tarefas comuns...
》De apartar dos ociosos...
》De está preparado para prestar contas com o senhor.

Não basta ser escravo e servo de Cristo temos que ser amigos...

》Um escravo não conhece as particularidades do seu senhor, mas o amigo sim.
》Um Amigo come junto com seu senhor ao redor da mesa, escravo come lá na cozinha.

Leia o comentário da Bíblia king james...

Muitas são as pessoas que imaginam que Deus pode se tornar nosso devedor por causa de boas obras praticadas, sacrifícios, ofertas ou promessas cumpridas. Na verdade, nossa alegria deve estar em sermos recebidos como servos (escravos). Jesus previne seus discípulos quanto ao uso correto da fé. Ou seja, com humildade. Não esquecendo da nossa condição primeira de escravos sem direito. A palavra grega original:achreioi (inúteis), significa “que não dá dividendos”, isso quer dizer: “não há como barganhar com Deus” (Mt 5.48; 1Co 9.16). Jesus relata como era a vida normal dos senhores e seus criados, mas ele próprio agia com muito mais generosidade (12.37; 22.27).

quinta-feira, 2 de abril de 2015

7 Cuidados que um obreiro tem que ter com sigo mesmo

1. Físico: Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes. I Timóteo 4:16

2. Doutrinário: Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes. I Timóteo 4:16

3. Dom ministerial: Não te faças negligente para com o dom que há em ti, o qual te foi concedido mediante profecia, com a imposição das mãos do presbitério. I Timóteo 4:14

4. Aservo: 2Tm 4.13 Quando vieres, traze-me a capa que deixei em Trôade, na casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.

5. Dinheiro:

6. Desejo:

7. Testemunho:

quarta-feira, 1 de abril de 2015

As 7 atitudes de um obreiro em relação a igreja de Cristo

1. Você não é nada sem a igreja...Nadinha de nada mesmo, se somos obreiros é porque estamos mantendo um vínculo estreito com a igreja noiva.

2. Manter a comunhão constante com a igreja comunidade e igreja local. Um verdadeiro obreiro não deixa sua igreja para gastar o seu tempo com as coisas inúteis do mundo pos - moderno, pois ama a constância de sempre está convivendo na intimidade de uma igreja santa.

3. Ama sempre a igreja quando não é amado por alguns que não cultiva a comunhão com Cristo e nem valoriza  o amor eterno de um Deus que não para de amar os seus filhos.

4. Cuida da igreja cuidando de sua casa ou seja de sua família.

5. Usa os seus bens para promover o crescimento da igreja.

6. Não é um sanquisuga da igreja mas dá o seu sangue para ver a igreja viver na presença do senhor em total plenitude do Espírito Santo.

7. É amoroso e flexível com os de coração duro e usam um ensinamento maduro e equilibrado das escrituras para quebrar as servis contumaz.

7 atitudes indispensável de um obreiro em relação ao seu pastor

1. RESPEITO...

(Heb 13.24) Cumprimentai todos os vossos líderes e todos os santos. Os da Itália vos cumprimentam.(sc21)

2. OUVIR O SEU PASTOR...

(Heb 13.17) Obedecei a vossos líderes, sendo-lhes submissos, pois eles estão cuidando de vós, como quem há de prestar contas; para que o façam com alegria e não gemendo, pois isso não vos seria útil.(sc21).

3. SEQUIR O EXEMPLO DE SEU PASTOR...

(Heb13.7) Lembrai-vos dos vossos líderes, que vos pregaram a palavra de Deus; observando-lhes atentamente o resultado da vida, imitai-lhes a fé.(sc21).

4. ENTENDER QUE SEU PASTOR É HUMANO...

(Jo 10.11) Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a vida pelas ovelhas. (sc21)

5. DÁ PRESENTE SEMPRE...

(Dn 2.48) Então o rei exaltou Daniel e lhe deu muitos presentes especiais, e o pôs por governador de toda a província da Babilônia, e também o fez chefe principal de todos os sábios da Babilônia. (sc21)

6. FALAR BEM DE SEU PASTOR...

Atos dos Apóstolos 23:5 - Disse Paulo: Irmãos, eu não sabia que era o sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal do líder do teu povo. (sc21)

Êxodo 22:28 - Não dirás maldição contra os juízes, nem amaldiçoarás o líder do teu povo. (sc21)

7. SEJA TRANSPARENTE COM SEU PASTOR...

As 5 coisas que um homem espera de uma mulher

1. RESPEITO:

2. ADMIRAÇÃO:

3. PRIORIDADE:

4. VISUAL:

5. SEXUALIDADE:

sábado, 28 de março de 2015

Seis orações que foram atendidas (Mt 15.25)

Seis orações que foram atendidas (Mt 15.25)

1. Senhor, lembra-te de mim! (Lc 23.42).

2. Deus, sê propício a mim, pecador! (Lc 18.13).

3. Tem compaixão de mim, Filho de Davi! (Mc 10.47).

4. Senhor, socorre-me! (Mt 15.25).

5. Jesus, Mestre, compadece-te de nós! (Lc 17.13).

6. Senhor, salva-nos! (Mt 8.25).

A mulher cananeia (Mt 15.22-28)

A mulher cananeia (Mt 15.22-28)

1. Quem ela era?

a. Uma cananeia, pagã, longe das promessas (Ef 2.12).

b. Alguém que era considerada morta nos pecados (Ef 2.12).

2. Qual a sua necessidade? Sua filha estava com grandes problemas (v. 22).

3. A quem ela recorreu? A Jesus, que destrói as obras satânicas (1Jo 3.8).

4. Como ela veio a Jesus?

a. Com profunda humildade, reconhecendo que não era digna (v. 27).

b. Clamando por graça e compaixão (v. 22).

c. Confiando firmemente na ajuda de Jesus (v. 28).

d. Crendo em Jesus como o Filho de Davi, o Messias (v. 22).

5. Qual a sua experiência com Jesus?

a. Ela teve uma grande experiência (v. 28).

b. Ela agradeceu e adorou (v. 25).

Uma difícil prova de fé (Mt 15.21-28)

Uma difícil prova de fé (Mt 15.21-28)

O Senhor não olha para a raça e origem da pessoa, mas sim para sua fé.

1. Uma mãe amorosa e sofredora.

  a. Entre todos os povos, o amor de mãe é capaz de qualquer sacrifício. Isto ela nos mostrou.

  b. Era destituída das promessas para o povo de Deus (vs. 22,24).

  c. Sua fé: chamou o Senhor de “Filho de Davi” (v. 22).

  d. Sua persistência: não desistiu.

  e. Sua abnegação: permitiu ser comparada a cachorrinhos (vs. 25-26).

2. Seu refúgio verdadeiro.

  a. Ouviu do Senhor, o único Salvador (vs. 22,28).

  b. Caiu de joelhos e o adorou (vs. 25-27).

3. A prova de fé.

  a. A mãe foi provada seriamente.

  b. Era uma mulher cananeia.

  c. O Senhor calou-se diante dos seus pedidos (v. 23).

  d. Os discípulos queriam mandá-la embora (v. 23).

4. A vitória da fé.

  a. Jesus disse-lhe: “faça-se contigo, como queres” (v. 28).

  b. Sua fé alegrou o Senhor. Ele não exaltou sua humildade, seu amor de mãe ou sua persistência, mas sua fé.

  c. Sua filha foi curada.

Hipócritas (Mt 15.8)

Hipócritas (Mt 15.8)

1. Sua malícia: revelada pelo Senhor (Mt 22.18; Jo 2.25).

2. Sua cegueira: perderam a visão da realidade e dos valores (Mt 23.17,19,23,26).

3. Sua aparência: o exterior é mais importante para eles que a Palavra (Mt 15.1-3; 2Tm 3.5; 2Co 5.12).

4. Suas orações: são apenas de lábios (Mt 15.8).

5. Seu zelo: fazer prosélitos (Mt 23.15).

6. Seu prazer: serem honrados pelos homens (Mt 23.6-7).

7. Seu julgamento: as Escrituras lançam sobre eles um “ai” condenador (Mt 23.13; Is 29.15).

Obstáculos na vida de fé (Mt 14.31)

Obstáculos na vida de fé (Mt 14.31)

1. As raposinhas que devastam os vinhedos (Ct 2.15).

2. Sono e preguiça (Pv 6.10).

3. Estultícia (Ec 10.1).

4. Pouco ânimo (Gl 5.9).

5. Pequena fé, desconfiança (Mt 14.31).

6. Um pequeno órgão, a língua (Tg 3.5).

7. Pouco amor (Lc 7.47).

A mão estendida de Jesus (Mt 14.31)

A mão estendida de Jesus (Mt 14.31)

1. Para curar (Mc 1.31).

2. Para purificar (Lc 5.13).

3. Para dar vida (Lc 7.14).

4. Para levantar (Lc 13.13).

5. Para salvar (Mt 14.31).

6. Para abençoar (Mc 10.16).

7. Para vivificar (Ap 1.17).

Um imitador de Cristo (Mt 14.28-30)

Um imitador de Cristo (Mt 14.28-30)

1. O desejo de Pedro: andar sobre as águas como seu Mestre (v. 28).
2. O pedido de Pedro: “Manda-me ir ter contigo!” (v. 28; Jo 21.6-7).
3. O convite a Pedro: “Vem!” (v. 29; Jo 6.35).
4. A ousadia da fé mostrada por Pedro: andou sobre as águas (v. 29; Fp 4.13).
5. A visão errada de Pedro: olhou o vento (v. 30; Hb 12.2).
6. A consequência desta visão errada: começou a afundar (v. 30; 1Rs 19.4ss.).
7. O clamor de Pedro por ajuda: “Salva-me, Senhor!” (v. 30; Sl 50.15).
8. A mão estendida a Pedro (v. 31; Sl 116.3-4).
9. A experiência vitoriosa de Pedro (vs. 32-33; (8.27; Ap 5.9ss.).

Protegidos nas tempestades (Mt 14.22-33)

Protegidos nas tempestades (Mt 14.22-33)

1. A ordem do Senhor (v. 22).

2. A obediência dos discípulos: eles subiram no barco (v. 22).

3. A adversidade: o vento (vs. 24,30; (10.21-22).

4. A consolação do Senhor (v. 27; Is 41.13-14).

5. A grande salvação (vs. 31-32; Sl 107.29).

6. A adoração e o testemunho: (v. 33; (16.16; Jo 6.14).

Um retrato da nossa vida de fé (Mt 14.22-33)

Um retrato da nossa vida de fé (Mt 14.22-33)

1. O mar: um retrato do mundo (povos).

2. O barco: um retrato da igreja.

3. A travessia: uma imagem da nossa vida.

4. A tempestade: uma fotografia das nossas experiências.

5. O salvamento: um retrato da nossa salvação.

6. O desembarque: uma garantia da glória vindoura.

7. O Salvador: o Senhor vem a nós no barco.

Lições de Mt 14.22ss. (Mt 14.22)

Lições de Mt 14.22ss. (Mt 14.22)

1. O Senhor honra a fé (Mt 14.29; Mc 9.23).

2. A Palavra de Cristo é o consolo dos discípulos (Mt 14.27; Is 41.10).

3. Jesus está junto aos seus, especialmente nas necessidades (Hb 13.5-6).

4. Para a fé não há impossíveis (Rm 4.20).

5. A maior preocupação do Senhor são os seus (Mt 14.25; Jo 10.28-30).

6. O Senhor aproxima-se dos seus nas necessidades (At 27.23).

7. A fé em Cristo pode todas as coisas (Mt 14.29; Fp 4.13).

8. Jesus não nos abandona mesmo quando fracassamos (Mt 14.31; Lm 3.57).

Herodes (Mt 14.1-14)

Herodes (Mt 14.1-14)

1. Um pecador, adúltero e assassino (Mc 6.14,27).

2. Ainda assim: procurado por Deus; a Palavra o tocou (Mc 6.20; Hb 4.12).

3. Um arrependimento fingido: não deixou o pecado (Is 55.7).

4. Voltou ao pecado com um ímpeto maior (2Pe 2.22; Hb 6.4ss.).

5. Violentou sua consciência (Mt 14.9).

6. Era um covarde, com medo dos homens (Mt 14.9).

7. Ele perdeu a última chance (Mt 14.9; 2Co 7.9-10).

8. Tornou-se o assassino de João Batista (Mt 14.10; Mt 11.11).

9. Seu fim foi terrível (At 12.23; Dn 5.30).

Um bom trabalhador de Cristo se parece com: (Mt 13.24)

Um bom trabalhador de Cristo se parece com: (Mt 13.24)

1. Um aprendiz (Lc 10.39; Dt 33.3).

2. Um bem armado guerreiro (Ef 6.10-18).

3. Um corredor, que se livra do seu peso (Hb 12.1).

4. Um semeador, que semeia boa semente (Mt 13.24).

5. Um embaixador, que prega a reconciliação (2Co 5.20).

6. Um pescador, que lança sua rede (Jo 21.6).

7. Um servo dedicado ao seu trabalho (Rm 15.16).

A ceifa (Mt 13.23)

A ceifa (Mt 13.23)

1. O tempo da ceifa lembra a fidelidade de Deus (Gn 8.22).

2. Ela testifica a grande bondade de Deus (Sl 65.11,13).

3. É um tempo de luta e trabalho sério (Mt 9.37-38).

4. É um tempo de grande alegria (Is 9.3; Sl 126.6).

5. É uma pregação séria para os perdidos (Jr 8.20).

A semente e os espinhos (Mt 13.22)

A semente e os espinhos (Mt 13.22)

1. Jesus mencionou vários tipos de espinhos (Mt 13.22):

a. As preocupações da vida (Mc 4.19; 2Tm 2.4).

b. A fascinação pelas riquezas (Mt 13.22; Lc 12.18).

c. O amor ao dinheiro (1Tm 6.10,17).

d. A ambição de possuir cada vez mais (Mc 4.19).

e. O desejo de ter o proibido (Gn 3.6).

f. O anseio pelos prazeres (Lc 8.14).

2. Exemplos de pessoas sufocadas pelos espinhos.

a. Demas (2Tm 4.10).

b. Ló (Gn 13.10).

c. Diná (Gn 34.1-3).

Não vivam preocupados (Mt 13.22)

Não vivam preocupados (Mt 13.22)

Não devemos nos preocupar, pois…

1. A preocupação foi proibida por Jesus (Mt 6.25; Lc 12.22,29).

2. O Pai cuida de seus filhos (Mt 6.26-28).

3. Temos promessas nas quais podemos confiar (Hb 13.5).

4. A preocupação não traz nenhum resultado positivo (Mt 6.27-31; 2Tm 2.4).

5. Pessoas como Marta causam problemas para si e para outros (Lc 10.41).

6. A preocupação sufoca a Palavra (Mt 13.22).

7. Podemos lançar todas as preocupações sobre o Senhor (1Pe 5.7; Fp 4.6).

Certezas do cristão (Mt 12.50)

Certezas do cristão (Mt 12.50)

Os filhos de Deus são pessoas com grandes convicções. Eles estão seguros:

1. Do grande amor de Deus (Jo 3.16; 16.27; 17.23).

2. Da expiação dos pecados (Mt 20.28).

3. Do pleno descanso em Jesus (Mt 11.28).

4. Do cuidado do Pai (Mt 6.32).

5. De pertencer à família de Deus (Mt 12.50).

6. Da ajuda do Espírito Santo em todas as necessidades (Mt 10.19).

7. De seu lugar no lar eterno (Jo 14.3).

Jesus é maior que Salomão (Mt 12.42)

Jesus é maior que Salomão (Mt 12.42)

1. O nome de Salomão significa paz. Jesus é o Príncipe da Paz (Is 9.6).

2. Salomão foi filho de Bate-Seba (2Sm 12.24). Jesus é o eterno Filho de Deus (Lc 1.35).

3. Salomão foi o construtor do templo da antiga aliança (1Rs 6). Jesus é o construtor do templo da nova aliança (Mt 16.18).

4. Salomão foi muito rico (1Rs 10.22-23). Jesus é o Senhor de tudo (Hb 1.3; Rm 10.12).

5. Salomão foi justo no seu julgamento (1Rs 3.16-28). Jesus é o Juiz Divino (Jo 5.22,27).

6. A sabedoria de Salomão foi grande (1Rs 4.29-34). Jesus é a Sabedoria de Deus, é onisciente (Jo 2.25).

7. O reinado de Salomão foi breve (1Rs 11.42). Jesus é o Rei Eterno (2Pe 1.10).

8. O renome de Salomão foi grande (1Rs 4.31). A glória de Jesus é eterna (Fp 2.9-11).

O exemplo da rainha de Sabá (Mt 12.42)

O exemplo da rainha de Sabá (Mt 12.42)

Ela veio dos confins da terra trazer suas perguntas a Salomão (1Rs 10.1-2) e teve experiências maravilhosas:

1. Suas perguntas e dúvidas foram respondidas (1Rs 10.3).

2. Seu testemunho (1Rs 10.7). 3. Sua gratidão (1Rs 10.10).

4. Sua alegria ao retornar (como em At 8.39).

5. Sua advertência em relação aos indecisos e incrédulos (Mt 12.42).

quarta-feira, 25 de março de 2015

O amigo dos pecadores (Mt 11.19)

O amigo dos pecadores (Mt 11.19)

Ser “amigo dos pecadores” era uma ofensa, mas para nós é uma honra. Jesus condenava o pecado, mas amava os pecadores.

1. Jesus conhecia a necessidade dos pecadores e os ajudava (Lc 19.10).

2. Jesus veio ao mundo por causa dos pecadores (Mt 18.11; Rm 5.6).

3. Jesus demonstrou seu amor para com os rejeitados (Jo 8.9-11; Mt 8.1-4).

4. Jesus, mesmo na cruz, voltou-se para os pecadores (Lc 23.43).

5. Jesus, depois da ressurreição, demonstrou ser amigo dos pecadores (Mc 16.9).

Servos de Cristo (Mt 10)

Servos de Cristo (Mt 10)

1. A experiência básica do servo (Jo 3.3).

2. A capacitação do servo (Ef 5.18).

3. A tarefa do servo (Mt 10.8; Mt 28.19-20; 1Pe 5.1ss.).

4. A motivação do servo (2Co 5.14).

5. O salário do servo (Mt 10.8; Lc 6.22-23).

6. O sustento do servo (Mt 10.9-10; Fp 4.19).

7. A recompensa do servo (2Co 5.10).

O chamado de Cristo (Mt 11.28)

O chamado de Cristo (Mt 11.28)

1. Quem chama?

   a. O Criador, o Salvador, o Deus de amor (Cl 1.16; 1Jo 4.8).

   b. Aquele que perdoa os pecados e faz novas todas as coisas (Mt 9.6; Mc 5.15).

2. A quem ele chama? a. Aos cansados, oprimidos, presos (Sl 40.2; Lc 4.18).

   b. Aos que já perderam a esperança (2Rs 4.1-2).

   c. Aos pecadores (1Tm 1.15).

3. Por que ele chama?

   a. Por causa de seu amor e não por nossos méritos (Lc 19.10).

   b. Por causa de sua compaixão pelos perdidos (Lc 15.2; Mt 23.37).

   c. Por causa de seu desejo de que estejamos com ele por toda a eternidade (Jo 17.24).

   d. Para colocar-nos no seu serviço (Mt 11.29; Ef 2.10).

4. Como reagimos quando ele nos chama? a. Rejeitando (Jo 1.11).

   b. Atendendo (Mt 4.20; Mt 19.27). c. Aceitar assim como estamos (Mt 9.13).

5. Para o que ele nos chama?

   a. Para dar-nos paz e descanso (Jr 31.25; Mt 11.28; Jo 16.33).

   b. Para um novo nascimento (Jo 3.3,7; Ef 4.24).

Ordens do Senhor (Mt 10.5-16)

Ordens do Senhor (Mt 10.5-16)

Hoje o alcance das ordens de Jesus é mundial (Mc 16.15; At 1.8). Jesus nos ordena…

1. Ir para onde ele determinar (v. 5; Mt 28.19).

2. Pregar o evangelho (v. 7; 2Tm 4.2).

3. Curar os enfermos (v. 8; Tg 5.14-16).

4. Purificar os leprosos (v. 8; 1Jo 1.7).

5. Ressuscitar os mortos (v. 8; Ef 2.1).

6. Expulsar os demônios (v. 8; At 16.18).

7. Dar tudo de graça (v; 8; 2Rs 5.16).

Servos enviados pelo Senhor (Mt 10.1-16)

Servos enviados pelo Senhor (Mt 10.1-16)

1. São escolhidos e revestidos pelo próprio Senhor. Como foi com os apóstolos naquela época, assim também é ainda hoje (v. 1; Mc 3.13-15; Lc 6.13).

   a. São chamados por ele (Rm 8.30).
 
   b. Predestinados para isso por ele (Ef 1.5; Jo 15.16).

   c. E revestidos por ele (At 1.8).

2. Não servem a uma instituição humana, mas sim ao Senhor. Temos hoje muitos pregadores profissionais, mas somente poucos destes são realmente chamados por Deus. Quantos são os que o Senhor chamaria de mercenários! Vamos observar os conselhos que o Senhor deu a seus discípulos:

   a. Eles devem ser generosos (v. 8).

   b. Despreocupados (vs. 9-10; Ap 22.17).

   c. Corteses e amigáveis (v. 12).

   d. Independentes (v. 14).
  
   e. Pacienciosos, como ovelhas que vão ao matadouro (v. 16).

   f. Prudentes, como as serpentes (v. 16).

   g. Símplices, como as pombas (v. 16).

João Batista (Mt 11.7-19)

João Batista (Mt 11.7-19)

1. De acordo com a palavra de Jesus, foi o maior homem nascido de mulher (Mt 11.11).

2. Seu nascimento foi profetizado e ele foi comparado com Elias (Ml 3.1).

3. Como Jesus, seu nascimento foi anunciado pelo anjo Gabriel (Lc 1.11,19).

Por amor do seu nome (Mt 10.22)

Por amor do seu nome (Mt 10.22)

1. Pelo seu nome renunciamos a tudo (Mt 19.29).

2. Pelo seu nome estamos prontos a sofrer (Mt 10.22).

3. Pelo seu nome suportamos provações (Ap 2.3).

4. Pelo seu nome ficamos firmes apesar da fúria de Satanás (Ap 2.13).

5. Em seu nome nos congregamos (Mt 18.20).

6. Em seu nome servimos aos necessitados e doentes (Mt 25.40; Tg 5.14).

7. Em seu nome oramos com liberdade ao Pai (Jo 14.13).

Um convite quádruplo (Mt 11.28-30)

Um convite quádruplo (Mt 11.28-30)

Ele diz: vinde, descansai, aprendei e servi!

1. Para quem o Senhor diz este “vinde”?

a. A todos: “Vinde a mim todos”.

b. Àqueles que se esforçam para salvar-se a si mesmos.

c. Aos sobrecarregados com pecados.

2. A quem o Senhor oferece o “descanso”?

a. Aos irrequietos, aos cansados.

b. Àqueles que têm uma má consciência (Hb 10.22).

c. Dá descanso à alma aflita (Sl 42.5).

d. Oferece o eterno repouso sabático (Hb 4.9-11).

3. De quem o Senhor exige o “aprender” e o que ele quer que aprendam?

a. De todos os que vieram a ele e encontraram o descanso.

b. Que aprendam dele mansidão e humildade.

c. Que aprendam do seu exemplo (Jo 13.13-17; 1Pe 2.21).

d. Que aprendam da sua palavra (Lc 10.39).

e. Que aprendam das suas obras (Jo 14.12; Mc 16.19-20).

4. Quem o Senhor convoca para servir? Os salvos!

a. Tomai sobre vós o meu jugo, portanto: servi!

b. Fomos salvos para servir (Tt 3.8).

c. Serviço é feito por amor ao Salvador (2Co 5.14).

d. Este serviço é nosso santo dever (1Co 9.16).

O caráter de Cristo (Mt 11.29)

O caráter de Cristo (Mt 11.29)

1. Santo na sua natureza (Lc 1.35; Jo 8.46).

2. Inculpável, como o Cordeiro sem manchas (At 10.38; Hb 9.14).

3. Puro em toda a sua vida (1Jo 3.5; Hb 7.26).

4. Separado e santificado no seu ministério (Jo 17.19; Hb 10.10).

5. Manso e humilde de coração (Mt 11.29; Zc 9.9).

6. Consagrado à obra (Hb 5.7-9).

7. Persistente até o fim no seu propósito de salvar (Lc 23.43).

8. Amoroso até o fim (Jo 13.1).

A humildade de Cristo (Mt 11.29)

A humildade de Cristo (Mt 11.29)

A humildade de Cristo se mostrou:

1. Quando assumiu nossa natureza humana (Fp 2.7; Hb 2.17).

2. Quando nasceu em humildade e pobreza (Lc 2.4-7; 2Co 8.9).

3. Quando obedeceu desde a juventude (Lc 2.51).

4. Quando submeteu-se à vontade do Pai (Mt 3.13-15; Jo 8.29).

5. Quando tornou-se um servo de todos (Mt 20.28; Lc 22.27).

6. Quando rejeitou toda glória humana (Jo 5.41; Jo 6.15).

7. Quando se expôs voluntariamente ao vexame (Is 50.6; 53.7).

8. Quando obedeceu até à morte de cruz (Fp 2.8; Hb 12.2-3).

Um milagre triplo do Senhor (Mt 12.22-30)

Um milagre triplo do Senhor (Mt 12.22-30)

Os sinais e milagres do Senhor se tornaram cada vez mais poderosos. Todos deveriam saber que ele era o Messias. Porém a incredulidade de Israel crescia da mesma forma que os milagres, até a crucificação de Jesus.

1. A terrível força de Satanás. Este doente estava possesso, cego e mudo. Satanás havia feito dele uma fortaleza. Uma imagem do homem natural!

2. Amigos amorosos e ajudadores levaram este enfermo até Jesus. Temos casos semelhantes:

a. Um centurião veio por causa do seu criado (Mt 8.5-6).

b. Quatro homens trouxeram um paralítico (Mt 9.2).

c. Um pai intercedeu por sua filha (Mt 9.18,23-26).

d. Possessos podem ser perigosos, mas o verdadeiro amor não conhece o medo. Você já levou outros ao Senhor?

3. O inimigo vencido (v. 29). O Senhor compara Satanás com um valente, armado até os dentes, que guarda a entrada da casa com segurança. O Senhor venceu o valente na cruz do Gólgota (Is 49.24; Cl 2.15). Em breve, o Senhor irá amarrá-lo e o lançará no abismo (Ap 20.2-3).

4. Um milagre triplo. Este possesso, cego e mudo foi curado pelo Senhor. Ele podia ver e falar, os demônios tiveram de deixá-lo por ordem do Senhor.

5. O milagre deixou impressões indeléveis. Amigos e inimigos espantaram-se. Mas faltava como fruto a fé viva no Filho de Deus.

6. Resistência obstinada. Os fariseus revelaram isto. Enquanto o povo declarava o Senhor como o Messias, os fariseus passaram a blasfemar e dizer que ele fazia tais milagres por Belzebu, o maioral dos demônios.

7. Convite para uma real decisão (v. 30). Os fariseus decidiram-se contra o Senhor. Agora os indecisos devem finalmente tomar uma posição clara em relação a Jesus.

terça-feira, 24 de março de 2015

Grandes coisas (Mt 8.23-27)

Grandes coisas (Mt 8.23-27)

1. Uma grande tempestade sobre o mar.

2. Um grande perigo: ondas altas.

3. Grande medo: de morrerem afogados.

4. Grande incredulidade: os discípulos temiam afundar juntamente com o barco.

5. Um grande Salvador: ele repreendeu o vento.

6. Uma grande admiração: “Quem é este…?”.

A cura da sogra de Pedro (Mt 8.14-16)

A cura da sogra de Pedro (Mt 8.14-16) 1. A casa de Pedro. a. Pedro era casado (1Co 9.5). b. Pedro foi um bom pai de família (preocupou-se com sua sogra) (1Tm 3.4). c. Pedro foi hospitaleiro (recebeu a Jesus). 2. A doença da sogra de Pedro: ela tinha febre alta e, provavelmente, estava perto da morte. 3. Amigos fiéis relataram o caso ao Senhor (Mc 1.30; Jo 11.3). 4. O médico sempre pronto para ajudar. a. Jesus veio e tomou-a pela mão. b. Ele levantou-a. A febre a deixou. 5. Verdadeira gratidão: ela levantou-se e passou a servi-lo. Voltar para o texto bíblico

Os dois endemoninhados (Mt 8.28-34)

Os dois endemoninhados (Mt 8.28-34)

1. Eram habitados por demônios (Ef 2.2; 2Co 4.4).

2. Viviam no meio dos sepulcros (Mt 8.28; Lc 1.79).

3. Estavam com a mente perturbada (Rm 1.21ss.).

4. Estavam nus (Lc 8.27; Ap 3.17).

5. Estavam arruinando a si mesmos (como toda pessoa no pecado) (Mc 5.4-5).

6. Tornaram-se um perigo para outros (Mt 8.28).

7. Tinham uma força descomunal (Mc 5.4).

8. Foram libertados pelo Senhor Jesus (Mt 8.33).

O publicano Mateus (Mt 9.9-13)

O publicano Mateus (Mt 9.9-13)

Mateus relatou a história da sua própria conversão. Dificilmente poderia tê-lo feito de maneira mais resumida. Ela não contém nada de enfeites, apenas modéstia e humildade.

1. O seu estado anterior: um publicano e pecador.

2. O chamado do Senhor: “Segue-me” (v. 9).

3. A resposta da fé: seguiu a Jesus (v. 9).

4. Seu sacrifício por Jesus: deixou tudo (Mc 10.28).

5. Seu amor por Jesus: preparou-lhe um banquete.

6. Seu amor pelo próximo: convidou muitos.

7. Sua prontidão para passar por humilhações (v. 11; Hb 13.13).

O grande médico (Mt 9.11-13)

O grande médico (Mt 9.11-13)

O Senhor havia curado muitos doentes em Cafarnaum. Os fariseus estavam descontentes com o Senhor, porque aceitava os pecadores. O Senhor disse: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10).

1. Quem é o doente? O pecador, seja fariseu ou publicano. Se os fariseus considerassem o Sl 14 ou palavras parecidas, também iriam chegar-se ao Senhor, o grande médico. Mas, assim o Senhor teve de censurá-los severamente (Mt 23.13ss.; Lc 11.37ss.).

2. A doença. É, já há seis mil anos, uma velha moléstia crônica, da qual ninguém consegue se proteger. Penetrou até no jardim do Éden e, desde então, em todos os homens (Rm 5.12).

As doenças são bem diferentes:

   a. Visíveis. Podem ser vistas, tais como a embriaguez, as paixões da carne, a ira, a avareza, a soberba e outras mais.

   b. Ocultas. Referem-se mais ao nosso interior (Is 1.5-6; Mt 15.18-19); mas são igualmente perigosas.

3. O médico. O grande médico chama-se Jesus, somente ele pode curar a alma.

   a. Para este fim ele veio ao mundo (Is 61.1).

b. Ele sempre pode ser consultado (Jo 3.2; 6.37-38).

   c. O exame. Ele conhece qualquer enfermidade, e não precisa de meios e métodos terrenos. Somente pergunta: “Você quer ser curado?”. Ele sofre com o enfermo como nenhum outro e conhece a seriedade do seu estado.

4. O medicamento. Jesus utiliza especialmente três medicamentos:

   a. A palavra de Deus (Sl 107.20; Jo 6.63; Sl 119.49-50).

   b. O Sangue de Cristo (1Jo 1.9).

c. O Espírito de Cristo, que nos unifica com o médico (At 1.8; 9.17).

5. O preço. Jesus cura gratuitamente. Venha a este médico. Ele espera por você e somente ele pode salvar você da morte eterna (Is 55.1-2).

Jairo (Mt 9.18-26)

Jairo (Mt 9.18-26)

Jairo significa “ele ilumina”. Consideremos a luz que ele transmitiu neste relato.

1. Sua posição elevada: um chefe da Sinagoga.

2. Sua grande necessidade: a morte bate à porta.

3. Seu único refúgio: o Senhor Jesus (v. 18).

4. Seu obstáculo: a grande multidão (vs. 23-24).

5. Sua fé, como de criança (v. 18).

6. O estímulo do Senhor (Mc 5.36).

7. O grande milagre (v. 25).

8. Apesar da proibição de Jesus, o milagre foi divulgado (v. 26; Mc 5.43).

Um seguidor incomum de Jesus (Mt 8.18-22)

Um seguidor incomum de Jesus (Mt 8.18-22) Teólogos irem até o Senhor era uma raridade. Um desses foi o escriba. 1. Uma grande resolução. Para este escriba não foi fácil chegar até o Senhor, porque Jesus era muito desprezado e seus seguidores eram, em parte, pessoas simples e, em parte, pessoas desprezadas: pescadores e publicanos. Portanto, o escriba pertenceu aos visitantes raros (1Co 1.20,27-29). Sentiu-se atraído pelo Senhor, provavelmente por causa dos milagres que viu e do amor que sentiu. a. Falou resolutamente: “Eu quero te seguir” (1Sm 15.22b; Rt 1.16-17; Ap 14.4). b. Sua decisão foi sem reservas: “Seguir-te-ei, para onde quer que fores”, mas foi tão irrefletidamente como Pedro (Mt 26.33; Lc 22.33,54-62). Mesmo assim, sua decisão foi necessária (At 4.12; Jo 14.6). 2. Sua atitude impetuosa. As palavras do escriba estavam corretas, mas ele não se conhecia. Falou num entusiasmo espontâneo, mas não por fé. Seu voto foi impensado (Compare Jefté e Orfa, Jz 11 e Rt 1). O escriba agiu na própria força (Zc 4.6). 3. O exame do Senhor, que: a. Conhece a todos que chegam a ele (Jo 2.24-25). b. Esclareceu-lhe o significado de seguir a Cristo (Mt 8.22). c. Chamou a atenção dele para sua pobreza: “Você quer renunciar tudo como eu, ser pobre como eu?” (2Co 8.9). Jesus nasceu em uma manjedoura emprestada e foi colocado em uma sepultura alheia. “Se você quiser dividir comigo meu destino, então venha”. Voltar para o texto bíblico

Fé recompensada (Mt 9.20-22)

Fé recompensada (Mt 9.20-22)

1. Grande necessidade.

   a. Uma doença séria e um grande flagelo (Mc 5.29,34).

   b. As consequências eram graves: impura perante a lei e, por isso, banida da comunidade (Lv 15.25-27).

   c. Um retrato do pecador diante de Deus.

   d. A doença era incurável; já durava 12 anos.

2. Seu esforço inútil.

   a. Consultou muitos médicos (Mc 5.26).

   b. Com isso, gastou todos os seus bens (Mc 5.26; Lc 8.43).

3. Sua fé genuína.

   a. Apesar de muitas decepções, veio a Jesus, de quem havia ouvido coisas maravilhosas.

   b. Tocou no Senhor (Mc 5.27).

   c. A fé vem pela pregação (Rm 10.17).

   d. Depois disto tudo, esperou ajuda somente do Senhor.

4. Sua cura.

   a. Uma mulher fraca tocou num Salvador poderoso e foi imediatamente curada.

   b. Tão de repente o pecador pode ser curado por um olhar cheio de fé para Jesus (Hb 12.2).
 
   c. O fruto permanente de sua fé: “paz” (Mc 5.34; Rm 5.1).

Cristo, o Servo exemplar (Mt 9.35-38)

Cristo, o Servo exemplar (Mt 9.35-38)

1. Como pregador (v. 35).

2. Como amoroso auxiliador (v. 35).

3. Como pastor preocupado com seu rebanho (v. 36).

4. Como um amigo cheio de compaixão (v. 36).

5. Como conselheiro de seus discípulos (v. 37).

6. Como missionário rogando por obreiros para a seara (v. 38).

A compaixão do Senhor (Mt 9.36)

Como Grande Sumo Sacerdote, o Senhor tem compaixão (Hb 5.2)…

1. Das ovelhas perdidas (Mt 9.36).

2. Dos fracos e doentes (Mt 14.14).

3. Dos famintos (Mc 8.2).

4. Dos atribulados (Jo 11.33).

5. Dos oprimidos (Mt 15.22).

6. Dos impuros e rejeitados (Mc 1.41).

7. Dos desprotegidos e feridos (Lc 10.33).

8. Dos filhos perdidos (Lc 15.20).

9. Dos sofredores (Mc 1.40-42).

10. Dos entristecidos (Lc 7.11-15).

11. De você mesmo (Mt 18.33).

12. Ele é o Deus de toda consolação (2Co 1.3-5).

O mundo na visão de Jesus (Mt 9.38)

O mundo na visão de Jesus (Mt 9.38)

Jesus viu o mundo como…

1. Um deserto com pessoas aflitas e exaustas (Mt 9.36; Is 53.6).

2. Uma seara, madura para a ceifa, mas com poucos trabalhadores (Mt 9.38; Rm 10.14-15).

3. Um grande hospital (p. ex.: Betesda) (Jo 5.1-15).

Trabalhadores para a seara (Mt 9.37-38)

Trabalhadores para a seara (Mt 9.37-38)

O Senhor viu a seara madura e os poucos trabalhadores:

1. Os trabalhadores devem ser pedidos a Deus (Mt 9.38).

2. Os trabalhadores devem ser chamados pelo Senhor (Mt 10.1; At 13.2).

3. Os trabalhadores devem ser capacitados pelo Senhor (Mt 10.1; Is 6.7-8).

4. Os trabalhadores devem ser enviados pelo Senhor (Mt 10.5; Jr 1.10).

5. Os trabalhadores devem ganhar almas (Pv 11.30).

6. Os trabalhadores devem testificar em toda oportunidade (2Tm 4.2).

7. Os trabalhadores não devem se enredar com as coisas desta vida (Mt 10.9; 2Tm 2.4).

8. Os trabalhadores devem estar prontos a sofrer por causa de Jesus (Mt 10.16).

segunda-feira, 23 de março de 2015

A fé que o centurião tinha (Mt 8.5-13)

A fé que o centurião tinha (Mt 8.5-13)

1. Ele manifestou uma grande confiança em Jesus.

2. A doença de seu servo era incurável.

3. Ele confiou no poder da Palavra de Jesus (“apenas manda com uma palavra…”).

4. Sua alta posição não o impediu de buscar a ajuda de Jesus.

5. Sua fé causou admiração ao próprio Senhor.

6. Sua fé foi ricamente recompensada.

Grande fé (Mt 8.5-10)

Grande fé (Mt 8.5-10)

Muitas pessoas indecisas se escondem atrás da frase: “… a fé não é de todos” (2Ts 3.2). Porém, sem justificativa alguma.

1. O centurião foi outrora totalmente ignorante em coisas religiosas, mas ele creu no Senhor.

2. As Escrituras falam de diversos tipos de fé:

   a. Muitos não possuem fé (Jo 12.37).

   b. Outros têm uma pequena fé (Mt 16.8).

   c. Os tessalonicenses tinham uma fé crescente e ativa (2Ts 1.3).

   d. A fé que Abraão tinha era grande (Rm 4.20).

3. O centurião, tinha uma grande fé. Com ela tudo é possível (Mc 9.23).

4. A sua fé parece-nos grande em relação à sua posição como oficial romano. Ele não temeu o escárnio de seus colegas, ao correr atrás de um judeu.

5. Ela foi grande, em relação às circunstâncias. Veio a Jesus por causa de um escravo. Portanto, também era grande em humildade e misericórdia.

6. Grande foi sua fé, pois ele esperou um milagre do Senhor para seu escravo paralítico, quando pediu ao Senhor: “manda apenas com uma palavra” (Sl 107.20).

7. A fé mostrada pelo centurião foi grande em relação ao resultado (v. 13). Na medida em que cremos, fazemos experiências com o Senhor.

Venha a Jesus (Mt 8.1-4)

Venha a Jesus (Mt 8.1-4)

1. Quem pode vir a Jesus?

    a. Os pecadores podem vir (Jo 4.18; Lc 8.2).

    b. Os fracos e doentes podem vir (Lc 8.43-44).

    c. Quem quer ser curado pode vir (2Rs 5).

2. Por que todos podem vir a Jesus?

   a. Jesus não rejeita a ninguém (Jo 6.37).

   b. Jesus quer e pode curar (Mt 8.3; Ez 33.11).

3. O que acontece quando alguém vem a Jesus? Os resultados são maravilhosos (Sl 32.1-2,11).

Pureza para impuros (Mt 8.1-4)

Pureza para impuros (Mt 8.1-4)

1. O estado desconsolador do leproso: ele estava maculado, doente, expulso, impuro, incurável.

2. O que o leproso fez.

a. Foi até o Senhor Jesus na presença de todos.

b. Confessou sua impureza.

c. Foi em profunda veneração e com clamor ardente.

d. Creu, como uma criança, que Jesus poderia curá-lo.

3. O que o Senhor fez para ele.

a. Ouviu sua súplica.

b. Tocou no leproso, algo que ninguém faria.

c. Praticou a misericórdia que havia anunciado (Mt 7.7-8).

d. Mandou-o ao sacerdote para testemunhar que estava limpo. A cura, a grande transformação, precisava ser manifestada.

Do que devemos nos guardar (Mt 7.15)

Do que devemos nos guardar (Mt 7.15)

1. Da avareza (Lc 12.5; Hb 13.5).

2. Dos falsos profetas e heresias (Mt 7.15).

3. Dos falsos cooperadores (Fp 3.2).

4. Da vã filosofia (Cl 2.8).

5. Dos maus pensamentos (Dt 15.9; Mt 1.19).

6. Do vinho (Jz 13.4).

7. Da idolatria (1Jo 5.21).

8. Das mulheres más (Pv 6.24).

Os dois caminhos (Mt 7.13-14)

Os dois caminhos (Mt 7.13-14)

1. Duas portas: a porta larga e a estreita.

2. Dois caminhos: o caminho largo e o estreito.

3. Duas classes: os muitos e os poucos.

4. Dois alvos: a vida eterna e a morte eterna.

5. Frio ou quente (Ap 3.15-16).

6. Dentro ou fora (Mt 25.1-13).

Nosso Pai (Mt 7.11)

Nosso Pai (Mt 7.11)

1. Nosso Pai:

a. Conhece nossas necessidades (Mt 6.8,32).

b. Dá com prazer, como todo pai verdadeiro (Mt 7.11; Sl 103.13).

c. Tem um plano para seus filhos (Mt 10.29; Ef 2.10).

d. Segura-nos em suas mãos (Jo 10.28-29; Dt 33.3).

e. Compadece-se de nós (Sl 103.13; Ap 21.4).

2. Portanto:

a. Vamos amá-lo (1Jo 4.19) e confiar nele (Pv 3.5; Sl 4.8).

b. Vamos contar tudo a ele (Mc 5.33; Fp 4.6)

Causas da queda (Mt 7.3)

Causas da queda (Mt 7.3)

1. Causas da queda.

a. Quem quer ser amigo do mundo cai da fé (Tg 4.4).

b. Quem não testifica do Senhor acaba negando-o (Mt 10.32-33; Lc 22.55-57).

c. Quem não perdoa não tem comunhão (Mc 11.25-26).

d. Negligenciar a comunhão com os irmãos leva ao naufrágio (Hb 10.25).

e. Procurar defeitos nos outros leva a um mau final (Mt 7.3-5).

f. Amar ao mundo reconduz ao mundo (1Jo 2.15-17).

2. A cura.

a. Conversão e arrependimento (Ap 3.3).

b. Voltar ao primeiro amor (Ap 2.4-5).

Buscai! (Mt 6.33)

Buscai! (Mt 6.33)

1. O que o homem deve buscar?

a. O reino de Deus e sua justiça (Mt 6.33).

b. Não o terrestre, mas o celeste (Cl 3.1-2).

c. A paz com Deus e com os homens (Sl 34.14; Hb 12.14).

2. Onde ele deve buscar?

a. Na palavra de Deus (Is 34.16; Sl 119.105; Jo 5.39).

b. Na pregação da palavra (Rm 10.17).

3. Quando ele deve procurar?

a. Antes do amanhecer (Pv 8.17; Sl 88.14).

b. Hoje é o tempo oportuno (Hb 3.7; 2Co 6.2).

4. Como ele deve buscar?

a. Em oração e súplicas ao Senhor (Sl 27.7-8).

b. De todo coração (Jr 29.13; Dt 4.29; Sl 119.2).

5. A promessa para aqueles que buscam.

a. Buscai, e achareis (Lc 11.9; Am 5.4).

b. Batei, e abrir-se-vos-á (Mt 7.7).

O que Deus quer em primeiro lugar (Mt 6.33)

O que Deus quer em primeiro lugar (Mt 6.33)

1. Primeiro a reconciliação (Mt 5.23-24).

2. Primeiro buscar o Reino de Deus (Mt 6.33).

3. Primeiro julgar a si mesmo (Mt 7.5; Gl 6.1).

4. Primeiro limpar o interior (Mt 23.25-26).

5. Primeiro cuidar da sua família (1Tm 5.4).

6. Primeiro dar ao Senhor (2Co 8.5).

7. Primeiro ser provado e depois servir (1Tm 3.10).

8. Primeiro trabalhar, depois colher (2Tm 2.6).

Dois (Mt 6.24)

Dois (Mt 6.24)

1. Dois senhores (Mt 6.24).

2. Dois devedores (Lc 7.41).

3. Duas pessoas orando (Lc 18.10).

4. Dois lugares para guardar tesouros (Mt 6.19-20).

5. Dois caminhos (Mt 7.13-14).

6. Dois pensamentos (1Rs 18.21).

7. Duas possibilidades (Fp 1.23).

O que Deus irá recompensar (Mt 6.22-23)

O que Deus irá recompensar (Mt 6.22-23)

1. As obras de cada pessoa (Is 40.10; Mt 16.27).

2. A hospitalidade (Mt 10.41; Mc 9.41).

3. Os que sofreram por sua causa (Lc 6.22-23).

4. A obediência e a fidelidade (Jo 14.21; Ap 2.10).

5. Os vencedores (Ap 2.7,11,17,26).

6. Cada serviço (Cl 3.23-24).

7. O amor aos inimigos (Lc 6.35; Pv 25.21-22).

Livra-nos do mal (Mt 6.13)

Livra-nos do mal (Mt 6.13)

1. Livra-nos de uma má consciência (Hb 10.22; Sl 32.5).

2. Livra-nos de um coração incrédulo (Hb 3.12; 12.25).

3. Livra-nos dos maus sentimentos (Ef 4.31; Cl 3.8).

4. Livra-nos de toda obra maligna (2Tm 4.18; Sl 121.7).

5. Livra-nos de más companhias (1Co 15.33; 2Co 6.17).

6. Livra-nos de toda forma de mal (1Ts 5.22; Rm 12.9).

A oração dos discípulos (Mt 6.9-13)

A oração dos discípulos (Mt 6.9-13)

Oram como:

1. Filhos: Pai nosso.

2. Adoradores: Santificado seja teu nome.

3. Submissos: Venha o teu reino.

4. Servos: Faça-se a tua vontade.

5. Necessitados: O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.

6. Pecadores: Perdoa-nos as nossas dívidas.

7. Fracos: Não nos deixe cair em tentação.

8. Carentes: Livra-nos do mal.

A instrução do Senhor para a oração (Mt 6.9-13)

A instrução do Senhor para a oração (Mt 6.9-13)

1. A quem devemos orar?

  a. Ao Pai (v. 9).

  b. Em nome de Jesus (Jo 14.13-14).

2. Onde devemos orar?   

  a. No quarto (v. 6).

  b. Em público (At 4.24).

3. Pelo que devemos orar?

  a. Pela honra do Pai (v. 9).

  b. Para que venha o seu reino (v. 10).

  c. Para que sua vontade seja feita (v. 10).

  d. Por nossas necessidades diárias (v. 11).

  e. Pelo perdão dos pecados (vs. 12,14).

  f. Por proteção contra o mal (v. 13).

4. Como devemos orar?

  a. Com todo respeito (v. 9).

  b. Sem vãs repetições (v. 7).

  c. Diante de Deus, não de homens (v. 6).

Algumas condições para a oração (Mt 6.7-8)

Algumas condições para a oração (Mt 6.7-8)

1. Podemos orar ao Pai (Mt 6.8-9).

2. Chegamos em nome do Senhor Jesus (Jo 14.14).

3. Devemos orar crendo (Mt 21.22).

4. Segundo a sua vontade (1Jo 5.14).

5. Com mãos limpas e santas (1Tm 2.8; Tg 4.8).

6. Com fé, em nada duvidando (Tg 1.6; Hb 11.6).

7. Devemos permanecer em Jesus (Jo 15.7).

Comunhão com Deus (Mt 6.6)

Comunhão com Deus (Mt 6.6)

1. Como é possível termos comunhão com Deus?

   a. Por meio de Jesus, a Porta (Jo 10.7; Rm 5.1-2; Hb 10.19).

   b. Pelo Espírito Santo (Ef 2.18).

   c. Pela fé (Ef 3.12; Hb 11.6).

2. Ter comunhão com Deus é o privilégio do crente (Sl 15; 23.6; 24.3-4).

  a. O quartinho de oração é o melhor lugar para ter comunhão com Deus (Mt 6.6).

  b. Ricas bênçãos são o resultado da comunhão com Deus (Hb 4.16).

  c. O caminho para a comunhão com Deus está aberto a todos os crentes (Ef 3.12; Hb 4.16; 10.19-20).

  d. Moisés já usufruía o privilégio da comunhão com Deus (Êx 24.2; 34.1-7).

Orações não têm poder quando: (Mt 6.5)

Orações não têm poder quando: (Mt 6.5)

1. Não há conversão e um discipulado comprometido (Lc 13.25-27).

2. Falta sinceridade e obediência ao Senhor (Mt 6.5,7).

3. Oramos ao invés de agirmos (Êx 14.15; Js 7.7-13).

4. São contra a vontade de Deus (Dt 3.25-27).

5. Estão cheias de incredulidade (Tg 1.6-7).

6. Evitamos a disciplina (2Sm 12.16,18; Is 1.15).

Sobre a oração (Mt 6.5-8)

Sobre a oração (Mt 6.5-8)

Orar é o nosso maior privilégio, porque entramos na presença de Deus perante o trono da graça. Orar é a respiração da alma. Quando oramos entramos em terra santa. Nela os querubins e serafins clamam Santo, Santo, Santo. Homens que buscam a presença de Deus saem com força renovada e podem exercer uma influência abençoadora aos que vivem ao seu redor.

1. Nosso direito glorioso no Pai.

    a. O Pai é mencionado dez vezes nos vs. 1-18.

    b. Portanto, estamos na posição de filhos diante dele, pois recebemos o espírito da adoção de filhos (Rm 8.15,26; Jo 16.7; Gl 4.6).

2. O local da oração.

    a. No quarto. Porém isto não exclui a oração pública.

    b. Os assuntos de oração (vs. 9-13; 1Tm 2.1-2).

    c. Dois perigos na vida de oração: o de querer ser visto e ouvido e o de tagarelar.

3. O atendimento.

     a. O Senhor também fala da recompensa da oração (v. 6).

     b. Nós temos muitas provas de atendimento de orações na nossa própria vida e em especial na Escritura.

Nosso Pai (Mt 6)

Nosso Pai (Mt 6)

1. De quem ele é Pai?

   a. Ele é apenas o Pai daqueles que recebem o Filho (Jo 1.12).

   b. O Espírito Santo confirma que Deus é nosso Pai (Rm 8.16).

2. Onde o Pai está?

    a. No céu, em secreto (Mt 6.18; 1Tm 6.16).

b. Com os de coração quebrantado (Is 57.15; 66.2).

3. O que o Pai faz?

   a. Ele enxerga as coisas ocultas (Mt 6.4,6,18; Sl 139.2).

   b. Ele recompensa o que é feito para ele em oculto (Mt 6.4,6,18; Mc 14.8).

   c. Ele conhece as nossas necessidades (Mt 6.8; Fp 4.19).

   d. Ele ouve as nossas orações e nos protege (Mt 6.6,13; Jo 17.11,15).

4. Como podemos responder à sua bondade? (Sl 116.12).

   a. Fazendo a sua vontade (Mt 6.9; Sl 143.10).

   b. Por confiança absoluta (Mt 6.11).

   c. Buscando o Reino de Deus (Mt 6.33; Ag 1.2-11).

Um Deus perfeito (Mt 5.48)

Um Deus perfeito (Mt 5.48)

1. Deus é perfeito em amor (1Jo 4.8).

2. Deus é perfeito em todas as suas obras (Dt 32.4).

3. Deus é perfeito em todos os seus caminhos (Sl 18.30).

4. Deus é perfeito na sua vontade (Rm 12.2).

5. Deus é perfeito nas suas dádivas (Tg 1.17).

6. Deus é um Pai perfeito (Mt 5.48).

7. Deus é perfeito no seu conhecimento (Jó 37.16).

Como nos distinguimos do mundo? (Mt 5.44)

Como nos distinguimos do mundo? (Mt 5.44)

Quando nós:

1. Alegramo-nos enquanto sofremos injustiças (Mt 5.11-12).

2. Não resistimos aos adversários (Mt 5.39).

3. Pagamos o mal com o bem (Mt 5.44).

4. Fazemos o bem àqueles que nos odeiam (Mt 5.44).

5. Ao invés de ajuntarmos tesouros na terra, ajuntamos tesouros no céu (Mt 6.19-21).

6. Não julgamos aos outros (Mt 7.1-5).

7. Confessamos e agimos de acordo com a vontade de Deus (Mt 7.21-23).

Modelos (Mt 5.16)

Modelos (Mt 5.16)

1. Cristo é o nosso modelo sublime (1Pe 2.21).

2. Paulo era um modelo para os crentes (Fp 3.17; 1Co 11.1).

3. Os profetas eram modelos convincentes (Tg 5.10).

4. Nós devemos ser exemplos para os crentes (1Tm 4.12).

5. Devemos também ser um exemplo para o mundo (Mt 5.16).

6. Através disso devemos emudecer o mundo (1Pe 2.15).

7. Devemos viver a Bíblia para o mundo ver (2Co 3.2).

8. Não devemos ser um exemplo escandaloso (Lc 17.32; 1Co 10.5-11).

Características do cristão (Mt 5.13)

Características do cristão (Mt 5.13)

1. Como santos, separem-se do mundo (Rm 1.7; Gl 1.15).

2. Como cristãos, sejam semelhantes a Cristo (At 11.26; Rm 8.29).

3. Como sal, salguem (Mt 5.13).

4. Como luz, brilhem (Mt 5.14-16).

5. Como carta de Cristo, sejam legíveis (2Co 3.2).

6. Como lutadores, sejam corajosos e fortes (Js 1.9; 2Tm 2.3).

7. Como filhos, sejam obedientes (1Pe 1.13-15).

8. Como filhos, trabalhem na vinha do Pai (Mt 21.28).

9. Como ramos, tragam frutos para o Senhor (Jo 15.8).

10. Como testemunhas, falem do Senhor (Lc 24.48).

11. Como servos, estejam à disposição do Mestre (Jo 13.14-17).

12. Como peregrinos, abstenham-se das paixões carnais (1Pe 2.11).

Prove a si mesmo (Mt 5.13)

Prove a si mesmo (Mt 5.13)

Cada pessoa deve provar se…

1. É sal sem poder de salgar (Mt 5.13).

2. É uma casa edificada na areia (Lc 6.49).

3. É um ramo sem frutos na videira (Jo 15.6).

4. É uma lâmpada debaixo do velador (Lc 8.16).

5. É joio em vez de ser trigo (Mt 13.30).

6. É um bastardo em vez de ser filho (Hb 12.8).

Quem será recompensado? (Mt 5.12)

Quem será recompensado? (Mt 5.12)

1. Os que renunciarem a si mesmos (Jo 12.25-26).

2. Os que sofreram por causa do seu nome (Mt 5.12; Lc 6.22-23).

3. Os que foram provados no fogo (1Pe 1.7; Dn 3.25).

4. Os vigilantes (Lc 12.35-38).

5. Os que administram bem os bens recebidos (Lc 19.13; 2Co 5.9-10).

6. Os administradores fiéis (1Co 4.2; Tt 1.7).

7. Os pastores fiéis (1Pe 5.1-4).

8. Os ajudadores fiéis (Mt 6.4; Mc 9.41).

9. Os que perdem os bens por causa de Jesus (Hb 10.34; 11.26).

10. Os doadores fiéis (2Co 9.7-15). Voltar para o texto bíblico

A recompensa de vocês é grande (Mt 5.12)

A recompensa de vocês é grande (Mt 5.12)

1. Uma grande acolhida no céu (2Pe 1.5-11).

2. A coroa da justiça (2Tm 4.8).

3. Reinar com Cristo (Lc 19.17-19).

4. Coroa de ouro para os presbíteros fiéis (1Pe 5.4).

5. Coroa de glória para os ganhadores de almas (1Ts 2.19-20).

6. Sentar-se no trono de Cristo como vencedor (Ap 3.21).

7. Pleno reconhecimento pelo serviço prestado (Mt 25.14-23).

Bem-aventurados os limpos de coração (Mt 5.8)

Bem-aventurados os limpos de coração (Mt 5.8)

1. O coração humano:

   a. Por natureza é mau, arrogante, desanimado (Gn 6.5; Jr 17.9).

   b. O desejo pela purificação: (Sl 51.10; Jo 13.9).

   c. O desejo é operado pelo Espírito Santo (Jo 16.8; 2Sm 12.7).

2. O meio para a purificação:

   a. O sangue de Jesus (1Jo 1.9; 1Pe 1.19).

   b. Pela Palavra de Deus (Ef 5.26).

3. O objetivo da purificação:

   a. Para encontrar-se com Deus (Hb 12.14).

   b. Para estar diante dele santo e irrepreensível (Ef 1.4).

   c. Para sermos um povo de propriedade exclusiva (Tt 2.14).

4. A grande bênção da purificação:

   a. Ver a Deus (Êx 33.20).

   b. Poder encontrar-se com Deus em oração com alegria (Hb 10.19).

   c. Vê-lo na glória (Ap 21.3).

   d. Portanto, vamos prosseguir na purificação (2Co 7.1).

A mansidão (Mt 5.5)

A mansidão (Mt 5.5)

1. O Senhor ordenou que devêssemos aprender a mansidão (Mt 11.29).

2. Os mansos poderão deleitar-se (Sl 37.11).

3. Deus ensina os caminhos aos mansos (Sl 25.9).

4. Deus pode transformar a pessoa mais iracunda (Êx 2.12; Nm 12.3).

5. Apenas com mansidão podemos disciplinar outras pessoas (2Tm 2.25; Gl 6.1).

6. O Espírito Santo opera a mansidão (Gl 5.22-23).

7. Procurar a mansidão é mandamento do Senhor (1Tm 6.11).

O grande poder de Jesus (Mt 4.23)

O grande poder de Jesus (Mt 4.23)

1. Ele tem poder de dar e conservar sua vida (Jo 10.18).

2. Ele tem poder para perdoar pecados (Mc 2.10; Mt 9.6).

3. Ele tem poder sobre os demônios (Lc 4.36).

4. Ele tem poder sobre as enfermidades (Mt 4.23).

5. Ele tem poder para exercer juízo (Jo 5.27).

6. Ele tem poder sobre toda carne (Jo 17.2).

7. Ele tem poder no céu e na terra (Mt 28.18).

Eu quero (Mt 4.19)

Eu quero (Mt 4.19)

A lei diz: “Você deve!” e não temos a capacidade de cumpri-la. Sob a graça, o Senhor diz: “Eu quero!”.

O Senhor diz:

1. Eu quero perdoar o pecador pela graça (Hb 10.17).

2. Eu não quero lançar ninguém fora (Jo 6.37).

3. Eu quero, fica limpo (Mc 1.41).

4. Eu quero dar-lhes descanso (Mt 11.28).

5. Eu quero colocar a lei no seu coração (Hb 10.16).

6. Eu quero ser o seu Deus (2Co 6.17-18).

7. Eu quero fazer de vocês pescadores de homens (Mt 4.19).

8. Eu quero recebê-los para mim (Jo 14.3).

O que Deus quer (Mt 4.19)

O que Deus quer (Mt 4.19)

1. Deus quer dar-nos descanso (Mt 11.28).

2. Deus quer fazer de nós pescadores de homens (Mt 4.19).

3. Deus quer dar-nos plena satisfação (Is 44.3).

4. Deus quer sustentar-nos até a velhice (Is 46.4; Sl 92.14).

5. Deus quer guiar-nos pelo caminho (Sl 32.8).

6. Deus quer nos fortalecer, ajudar e sustentar (Is 41.10).

Aparições de anjos durante a vida do Senhor Jesus (Mt 4.11)

Aparições de anjos durante a vida do Senhor Jesus (Mt 4.11)

1. Os anjos apareceram aos pastores que viviam nos campos (Lc 2.9).

2. A José no sonho (Mt 2.13).

3. A José no Egito (Mt 2.19).

4. A Jesus depois da tentação no deserto (Mt 4.11).

5. A Jesus no Getsêmani (Lc 22.43).

6. Na ressurreição (Mt 28.2).

7. Durante a ascensão ao céu (At 1.10).

A tentação de Cristo (Mt 4)

A tentação de Cristo (Mt 4)

O Senhor Jesus foi tentado, provado em todas as coisas (Hb 2.18; 4.15).

1. Quando o Senhor foi tentado?

a. Depois do batismo.
b. Depois da unção com o Espírito Santo (Mt 3.16).
c. Depois do reconhecimento público pelo Pai (Mt 3.17).
d. Depois de longo jejum e oração (Mt 4.2).

2. Onde o Senhor foi tentado? Não num jardim, como Adão, mas no deserto (Mt 4.1).

3. Como o Senhor foi tentado?

a. Pela dúvida: “Se” (Mt 4.3,6).
b. Pela fome (Mt 4.2).
c. Para se exaltar a si mesmo (Mt 4.6).
d. Para buscar a glória do mundo rejeitando a Deus (Mt 4.9).

4. Como o Senhor venceu a tentação? Pela Palavra (Mt 4.4,7,10; Dt 8.3).

A filiação divina de Cristo (Mt 3.17)

A filiação divina de Cristo (Mt 3.17)

1. O Senhor a afirmou (Mt 26.63-64).

2. O Pai a declarou (Mt 3.17; 17.5).

3. A ressurreição a provou (Rm 1.4).

4. Pedro a testificou (Mt 16.16; At 3.15).

5. Paulo a anunciou (At 9.20).

6. Os demônios a reconheceram (Mc 3.11).

7. Os discípulos creram nela (Mt 14.33).

8. Todos um dia a confessarão (Fp 2.9-11).

Sete testemunhos sobre Cristo (Mt 3.17)

Sete testemunhos sobre Cristo (Mt 3.17)

1. Dos guardas: “Jamais alguém falou como este homem” (Jo 7.46).

2. Dos fariseus: “ele recebe pecadores” (Lc 15.2).

3. Do malfeitor. “…mas este nenhum mal fez” (Lc 23.41).

4. Do centurião: “…ele é Filho de Deus” (Mc 15.39; Mt 21.9).

5. Da multidão: “…queremos Barrabás” (Jo 18.39-40).

6. Do Pai: “…meu Filho amado” (Mt 3.17).

7. Dos apóstolos: “perdão através dele” (At 10.38).

Os frutos do verdadeiro arrependimento (Mt 3.8)

Os frutos do verdadeiro arrependimento (Mt 3.8)

1. Profundo pesar pelos seus pecados diante de Deus (2Cr 7.14; Tg 4.9).

2. Confissão sincera do pecado (At 3.19; 26.20).

3. Deixar os caminhos pecaminosos (1Sm 7.3; Is 55.7).

4. Romper com todo pecado conhecido (1Ts 1.9).

5. Os resultados são frutos dignos de arrependimento (Lc 3.10; 2Co 7.11).

sábado, 21 de março de 2015

João Batista (Mt 3.1)

João Batista (Mt 3.1)

Sua vida curta e frutífera foi rica em ensino, edificação e cheia de acontecimentos importantes. A profecia sobre João Batista está em Ml 3.1. João foi o precursor do Senhor.

1. Seu caráter extraordinário.

   a. Este já foi salientado pelo anjo Gabriel (Lc 1.15-17).

   b. Também o seu pai, Zacarias, foi avisado dos propósitos de Deus para seu filho.

   c. João Batista foi uma pessoa muito humilde, não viveu para si, mas glorificou a Cristo, cujo instrumento queria ser (Jo 1.19-23,27).

2. Seu nascimento também foi cercado por circunstâncias extraordinárias (Lc 1.5-25).

3. O importante ministério de João Batista.

   a. Como pregador no deserto (Mt 3; Lc 3.1-20).

   b. João batizou todos os que aceitaram a sua mensagem e se arrependeram. Grandes multidões foram batizadas. Também Jesus, o Rei vindouro foi batizado (Mt 3.5-6,13-17).

   c. Seu ministério envolveu todo povo, ricos e pobres, todas as classes. Durou pouco tempo, mas, nesse tempo, realizou mais obras do que outros realizaram em uma vida inteira.

Tempo de avivamento (Mt 3)

Tempo de avivamento (Mt 3)

Com este fato inicia o Novo Testamento. Sempre encontramos tais tempos, principalmente em Atos dos Apóstolos. Israel dormia. Estava satisfeito com formas vazias e cerimônias, mas o coração apegava-se ao mundo, ao pecado, e não ao Deus vivo. Então Deus enviou uma poderosa testemunha: João Batista.

1. Ele era uma ferramenta: muito simples, como sempre são os verdadeiros homens espirituais. Homens mais simples do que Paulo e Pedro dificilmente encontramos.

2. Os ouvintes: todas as classes sociais iam até João para ouvir sua poderosa mensagem. A todos ele pregava o arrependimento e a conversão a Deus.

3. O lugar da pregação: não era no templo ou na sinagoga, mas ele pregava no deserto. O coração dos ouvintes era tão desconsolado quanto o deserto (Jr 2.2-3).

4. A pregação: era breve, mas tremenda, e atingia o coração dos ouvintes. Seu “arrependei-vos” compreendia todas as classes. João tornava-se bem pessoal, assim como Natã para com Davi (2Sm 12.7). Ele descobria o pecado (1Rs 20.40; Pv 28.13). Arrependimento era sempre o tema daqueles a quem Deus usava para conversão dos homens (At 2.38; 17.30).

5. O resultado da pregação: muitos perguntaram por uma saída do seu pecado. Eles arrependeram-se, isto significa que mudaram seu modo de pensar. Após, seguia-se a confissão dos pecados, reparação, conversão a Deus, o batismo e uma nova vida.

Como Jesus foi recebido quando nasceu (Mt 2.10)

Como Jesus foi recebido quando nasceu (Mt 2.10)

1. Outrora, como hoje, Jesus foi recebido de diferentes maneiras:

   a. Com ansiedade os magos o buscaram (Mt 2.2; Lc 10.24).
   b. Os pastores o receberam com grande alegria (Lc 2.15-16).
   c. Simeão, ancião, recebeu-o com louvor (Lc 2.28; Jo 1.12).
   d. Os religiosos ficaram indiferentes (Mt 2.5-6).
   e. Herodes ficou cheio de ódio (Mt 2.13,16).

2. Como nós devemos recebê-lo?

   a. Com alegria (Mt 2.10).
   b. Com diligência (Mt 2.8).
   c. Com motivações corretas (Mt 2.2).

Os magos (Mt 2.1-12)

Os magos (Mt 2.1-12)

1. Os magos: a. Sua origem: de um lugar longínquo (Mt 2.1; Ef 2.13).

   b. Sua atividade: estudiosos das estrelas.
   c. Sua descoberta: a estrela de Jacó (Nm 24.17).
   d. Seu desejo: ver o Rei. e. Suas dificuldades: procuraram por muito tempo e ficaram desorientados (Hb 12.2).

2. Como finalmente se encontraram com o Rei:

   a. Com fé infantil.
   b. Com grande humildade e honra (Mt 2.11).
   c. Com gratidão prática (Mt 2.11).

3. Suas ofertas: trouxeram o melhor para o menino Jesus:
  
   a. Ouro: símbolo da riqueza.
   b. Incenso: lembra a adoração.
   c. Mirra: era usada nos sepultamentos (Jo 12.7).

O que nos ensina a história do Natal? (Mt 2)

O que nos ensina a história do Natal? (Mt 2)

1. Que Deus fala de diversas formas aos homens.

  a. Aos sábios, por meio de uma estrela.

  b. Aos pastores, por meio de anjos (Lc 2.9).

  c. A Simeão, pelo Espírito Santo (Lc 2.26).

2. Que a verdade deve ser buscada seriamente.

  a. Os sábios vieram de muito longe.

  b. Os pastores deixaram os rebanhos.

3. Que a finalidade é a adoração a Deus.

  a. Os sábios adoraram-no pelas suas ofertas (Mt 2.11).

  b. Os pastores deram glórias a Deus (Lc 2.20).

Diversas funções do Senhor, como:

Diversas funções do Senhor, como: (Mt 1.21)

1. Salvador, para salvar e santificar (Mt 1.21).

2. Redentor, para libertar do pecado e das atitudes erradas (1Pe 1.18-19).

3. Mediador, para unir (1Tm 2.5).

4. Sumo Sacerdote, para interceder por nós (Hb 7.24-25).

5. Cabeça, para em tudo ter a primazia (Cl 1.18).

6. Rei, para reinar (Jo 18.33-37).

7. Juiz, para julgar (At 17.31).

O nome de Jesus (Mt 1.21)

O nome de Jesus (Mt 1.21)

1. “Jesus” é o nome acima de todos os nomes (Fp 2.9).

2. Somente neste nome há salvação (At 4.12).

3. Se pedirmos em seu nome, seremos atendidos (Jo 14.14).

4. Em seu nome nós devemos nos reunir (Mt 18.20).

5. Em seu nome pregamos (Lc 24.47; At 4.17-20).

6. Em seu nome disciplinamos os infiéis (1Co 5.3-5).

7. Por causa desse nome sofremos perseguição (At 5.41).

8. Ao seu nome todo joelho se dobrará (Fp 2.10-11).

9. Com esse nome, manifestou-se como o ressuscitado (At 22.8; Ap 22.16).

10. O nome de Jesus é tudo para nós.

a. É um nome ordenado por Deus. Não foram José e Maria que o escolheram, foi anunciado por um anjo.

b. O significado desse nome: “Jesus” (grego) = “Josué” (hebraico): Salvador. - Com isso, José foi avisado sobre quem seria a criança posteriormente. - No Antigo Testamento, o nome aparece duas vezes: Josué, o grande líder de Israel depois de Moisés, que conduziu o povo para a Terra Prometida. Como tal, ele é um exemplo de Jesus, que conduz os crentes do mundo pecaminoso para a glória celestial. - Na luta mais árdua de Israel, o sol parou (Js 10.12-13); quando Jesus venceu o maior inimigo, o sol ficou encoberto (Mt 27.45). - A segunda pessoa com esse nome é o sumo sacerdote Josué (renovo) (Zc 6.11-12; veja Is 4.2). - Nosso Josué-Jesus é, em uma só pessoa, Salvador e sumo sacerdote (Hb 7.25). Seus precursores, no Antigo Testamento, morreram. Ele vive para sempre (Hb 13.8). c. O grande poder do nome de Jesus. Através do anjo foi anunciado: ele salvará seu povo. Ele salva: - da culpa do pecado. - do poder do pecado (Rm 7.24-25). - do juízo vindouro (Jo 3.36; 5.24). - e quando ele voltar, nos dará um corpo incorruptível.

Enoque, um mestre (Gn 5.21-24)

Enoque, um mestre (Gn 5.21-24)

1. Pelo seu ensinamento ele se diferenciou de seus contemporâneos. Ele ensinou o mundo pela sua conduta.

a. Dele também se pode dizer: “Vós, porém, sois…” (1Pe 2.9).
b. Ele deixou o mundo e se tornou um com Deus (Am 3.3).

2. Ele ensinou o mundo pela sua pregação séria (Jd 14-16).

a. Deus revela a seus servos o que em breve irá acontecer (Am 3.7; Ap 1.1).
b. Enoque pregou o julgamento (Jd 14-15).
c. Em espírito viu o juízo sobre as nações (Mt 25.31ss.).
d. Ele viu o que, mais tarde, João descreveu (Ap 19.11ss.).
e. Ele viu o chocante juízo final (Ap 20.11-12).

3. Ele ensinou o mundo pelo seu arrebatamento (Hb 11.5).

a. Repentinamente ele não estava mais lá (Gn 5.24).
b. Certamente foi procurado como Elias (2Rs 2.16-18).
c. Também muitos, um dia, procurarão por nós e não nos acharão (Lc 17.34-35).

Abel (Gn 4)

Abel (Gn 4)

Logo no começo da Bíblia e por toda Escritura Sagrada vemos duas linhas marcantes: a dos crentes e a dos incrédulos; filhos de Deus e filhos do maligno (Satanás); justos e injustos. Abel foi um homem de fé, nele vemos uma imagem agradável do homem para Deus.

a. Confiança em Deus e no seu sacrifício pelo pecado.
b. Consagração a Deus.
c. Comunhão com Deus.

1. A fé verdadeira age segundo os pensamentos de Deus (Hb 11.4). É dirigida pela palavra de Deus e não por vontade própria como Caim. Certamente Caim também conhecia a vontade de Deus tão bem quanto seu irmão, mas não a seguiu.

2. A fé verdadeira é aceita por Deus (Gn 4.4). Deus olhou, com agrado, para o sacrifício de Abel, como, mais tarde, para o de seu Filho (Mt 3.17). Somente em Cristo somos agradáveis a Deus (Ef 1.5).

3. A fé verdadeira é odiada e perseguida pela incredulidade (Gn 4.4-5). Veja exemplos como Caim e Abel, Saul e Davi, os fariseus e o Senhor Jesus e mais tarde, a igreja perseguida (Jo 17.14-16). Cada novo convertido experimenta logo o ódio dos incrédulos que o rodeiam (1Jo 3.13; Mt 10.22; Jo 15.20). As trevas odeiam a luz.

4. A fé verdadeira recebe a aprovação divina (Mt 23.35; Lc 11.50-51; Hb 11.4; 12.23; 1Jo 3.12). Deus sente as necessidades daqueles que sofrem por causa do seu nome, como se fossem suas próprias necessidades (At 9.5; Zc 2.8).

Caim (Gn 4)

Caim (Gn 4)

Da mesma forma como a fé e a obediência se relacionam, assim também a incredulidade e a desobediência. O incrédulo:

1. Anda em seus próprios caminhos (Jd 10-11; Pv 14.12; Is 55.8).

2. É condenado por Deus (Gn 4.5; Jo 3.36). Abel trouxe um holocausto agradável a Deus (Lv 9.24; Jz 6.21; 1Rs 18.38; 1Cr 21.26; 2Cr 7.1). O fogo do alto manifestava o agrado de Deus ao sacrifício e ao caráter do ofertante. Caim foi presunçoso; por isso seu sacrifício surgiu de uma falsa mentalidade e foi rejeitado por Deus.

3. Não se humilha, irrita-se com os caminhos de Deus. A soberba de Caim era abominação para Deus (1Pe 5.5b).

4. Age conforme sua própria vontade (Gn 4.7). O problema estava em Caim e na sua constante rejeição de Deus. Por isso seu sacrifício não foi agradável a Deus, como o de Abel. Assim, tornou-se arquétipo do anticristo.

5. Causa sua própria infelicidade como Caim. Seu ódio foi contra o seu irmão crente e o incitou ao fratricídio (Gn 4.8; 1Jo 3.12,15). O primeiro homicídio concretizou-se já na segunda geração. O último e grande assassino será o anticristo.

6. Não escapa do seu castigo. Rejeitou a Cristo, o sacrifício único para todos (Gn 4.11-13). Quem não aceitar a Cristo como seu único Salvador, já está julgado (At 4.12; Jo 3.18).

O nascimento virginal de Cristo (Gn 3.15)

O nascimento virginal de Cristo (Gn 3.15)

1. Foi prometido (Gn 3.15; Mt 1.23).

2. Foi profetizado (Is 7.14; 9.6).

3. Foi anunciado por Gabriel (Lc 1.30-35).

4. Foi confirmado pela boca de um anjo (Mt 1.20-21).

5. Foi crido pelos pastores (Lc 2.15).

6. Foi admirado por Maria (Lc 2.19).

7. Foi testemunhado pelo apóstolo Paulo (Gl 4.4).

Que é isso que fizeste? (Gn 3.13)

Que é isso que fizeste? (Gn 3.13)

1. O que fizeram?

a. A paixão dos olhos foi a causa do pecado de Eva (Gn 3.6; 1Jo 2.16).

b. Desobedeceram a Deus e à sua Palavra, cobiça (Gn 3.17).

2. Qual foi a consequência?

a. Sentimento de culpa (Gn 3.8).

b. Nudez (Gn 3.7; Ap 3.17).

c. Medo e dores (Gn 3.16).

d. Tribulação, fadiga, maldição (Gn 3.17; 5.29; Sl 90.7-9).

3. O que Deus fez pelos dois?

a. Ele fez um sacrifício pelos dois, o primeiro de todos os sacrifícios (Gn 3.21; Rm 3.22-26).

b. Ele os vestiu (Gn 3.21; Is 61.10).

Nossos privilégios (Gn 3.9-10)

Nossos privilégios (Gn 3.9-10)

1. Podemos vir ao Senhor assim como estamos (Gn 3.10; Jo 6.37).

Graças à Deus que não exige nem uma qualidade para sermos salvos no ato da salvação. e se queremos ver a nossa salvação e sermos salvos definitivamente então faremos juz á nossa salvação vivendo na santidade de Deus pelo Espírito Santo.

2. Podemos encontrá-lo no sacrifício como Abel (Gn 4.4; Hb 12.24).

3. Podemos andar com Deus como Enoque (Gn 5.22; Fp 1.27).

4. Podemos trabalhar para o Senhor como Noé (Gn 6.14; Sl 100).

5. Podemos ter intimidade com Deus como Abraão (Gn 18.23).

6. Podemos lutar com Deus e prevalecer como Jacó (Gn 32.24ss.).

7. Podemos obedecer-lhe como Isaque e ser abençoados (Gn 26.2,12).

8. Podemos permanecer em Deus como José e ser frutíferos (Gn 49.22-26; Jo 15.5).

A responsabilidade dos maridos (Gn 2)

A responsabilidade dos maridos (Gn 2)

O homem deve ter uma esposa, não uma amante (Gn 2.24; 1Rs 11.1).

Responsabilidades do marido para com sua esposa:

1. Agir com discernimento e consideração em relação a ela (1Pe 3.7; Mt 19.5).

2. Amá-la (Ef 5.25; Cl 3.19) e ser-lhe fiel (Ml 2.14-15; Pv 5.19).

3. Cuidar dela e consolá-la nas necessidades (Ef 5.28; 1Sm 1.8).

4. Veja o exemplo de Isaque e Rebeca (Gn 24.67).

5. Não mandar, mas tudo planejar com ela (Gn 31.4-7).

6. Não se separar da sua esposa (1Co 7.11-12).

O que é o homem (Gn 1.27)?

O que é o homem (Gn 1.27)

1. Como criatura: uma obra maravilhosa de Deus (Gn 1.27; Sl 139.14).

2. Como pecador: uma presa de Satanás (Gn 3.13; Ef 2.2).

3. Como salvo: um objeto da graça de Deus (1Tm 1.16).

4. Como santo: alguém que representa a Cristo (Ef 5.27).

5. Como templo: alguém no qual Deus habita (1Co 3.16; Jo 14.23).

6. Como canal: alguém pelo qual fluem rios de bênçãos (Jo 7.38; Is 41.18).

7. Como glorificado: alguém que será semelhante ao Senhor (1Jo 3.2; Fp 3.21).

Haja luz (Gn 1.3)

Haja luz (Gn 1.3)

1. Deus é luz (1Jo 1.5; Jo 8.12).

2. A luz foi a primeira coisa que Deus criou (Gn 1.3).

3. A luz é a primeira coisa que Deus dá a uma pessoa (At 26.13; Jo 1.7).

4. A luz manifesta as trevas (Ef 5.13).

5. A luz revela as trevas (Jo 3.19-21).

6. A luz faz separação entre a luz e as trevas (Gn 1.4; 2Co 6.14).

7. A luz é o caminho do justo (Pv 4.18).

8. A luz é pura: quem caminha na luz é puro (Mt 17.2; 1Jo 1.7).

9. A luz deve ser irradiada pelos filhos de Deus (Mt 5.14; Fp 2.15).

10. A Palavra é a luz que ilumina o nosso caminho (Sl 119.105,130).

11. A luz produz frutos: sem luz não há vida (Jo 1.4).

12. A luz será nossa herança eterna (Cl 1.12-13; Ap 21).

13. Satanás é o príncipe das trevas (At 26.18; Cl 1.13; Ef 2.2).

Uma comparação instrutiva (Gn 1)

Comparação entre a criação (Gn 1) e a recriação do ser humano na salvação (2Co 5.17).

1. As trevas cobrem o abismo (Gn 1.2). Quem não nasceu de novo está nas trevas (Rm 1.21; Ef 4.18).

2. Deus disse: “Haja luz; e houve luz” (Gn 1.3). Da mesma forma a luz de Deus ilumina o coração humano (2Co 4.6; At 26.18).

3. Deus disse: “Produza a terra…” (Gn 1.11-12). O novo homem produz nova vida (2Co 5.15; Mt 5.14).

4. Deus falou: “Sede fecundos, multiplicai-vos” (Gn 1.28). O novo homem produz o fruto do Espírito (Gl 5.22-23; Fp 1.11).

5. Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem” (Gn 1.26). O novo homem irradia a imagem de Cristo (2Co 3.18).

6. Deus descansou no sétimo dia (Gn 2.3). Descansar em Cristo faz parte da vida do novo homem (Hb 4.3).

O mundo (Gn 1)

1. Qual é a realidade do mundo?

a. Foi criado por Deus (Gn 1.1; Cl 1.16-17).
b. Foi corrompido por Satanás, o príncipe deste mundo (1Jo 5.19; Rm 5.12).
c. Satanás é o deus deste mundo (2Co 4.4).
d. Satanás quis dar o mundo ao próprio Senhor Jesus (Mt 4.9).

2. Qual é a única esperança do mundo?

a. A luz do evangelho (Jo 3.16).
b. O sangue do Cordeiro (Jo 1.29; Hb 9.22).
c. O Senhor Jesus: o mundo apenas pode ser salvo por meio dele (Jo 3.17).
d. É Jesus a reconciliação do mundo inteiro (1Jo 2.2).

3. Qual é a grande necessidade do mundo?

a. É o Senhor Jesus (At 4.12; Jo 15.5).
b. É o Espírito Santo que convence o mundo do pecado (Jo 16.8).
c. É a lei que condena o mundo e o convence (Rm 3.19).
d. Tudo para que o mundo possa confessar a sua culpa e receber o perdão (1Jo 1.9; Ef 1.7).

O Criador e a criação (Gn 1)

Toda a Trindade está incluída na grandiosa obra da criação; o Pai, que, por assim dizer, planejou toda a criação como um grande arquiteto; o Filho, chamado de “A Palavra” que estava no princípio com Deus (Jo 1.1,14), e por meio de quem os mundos foram criados (Cl 1.16; Hb 1.2); e o Espírito Santo, que pairava sobre as águas. Deus criou os céus e a terra. O inferno não foi criado para os homens, mas para Satanás e seus anjos. O homem, no entanto, escolhe o inferno para si mesmo (Jo 3.36), se rejeitar Jesus, o caminho para o céu (Jo 14.6).

O que aprendemos neste texto sobre o Criador e a criação?

1. O caminho para compreender a criação é a fé (Hb 11.3; Sl 33.6).

2. Sua existência é eterna (Cl 1.17; Jo 1.1,13-14).

3. Seu Filho é eterno (Pv 8.22-31; Jo 8.58).

4. Seu poder é infinito: tudo foi criado por meio dele (Hb 1.12; Is 44.14).

5. Sua sabedoria é infinita (Jr 51.15).

6. Sua vontade é infinita: ele pode realizar tudo o que quer (Is 45.12).

7. Sua perfeição é infinita: tudo era muito bom (Gn 1.10,12,21).

8. Sua bondade é infinita: tudo foi criado para o bem-estar do homem (Gn 2.8ss.).

Sete consequências da queda no pecado para o homem e para seu Salvador (Gn 3.16)

1. Dores (Gn 3.16; Is 53.3-5).

2. Sujeição à lei (Gn 3.16; Gl 4.4-5).

3. Maldição (Gn 3.17; Gl 3.13).

4. Fadiga (Gn 3.17; Is 53.11).

5. Espinhos (Gn 3.18; Mt 27.29).

6. Suor (Gn 3.19; Lc 22.44).

7. Morte (Gn 3.19; Lc 23.46).

Fidelidade a Deus (Gn 22.3-18)

1. Como Abraão, que deu a Deus o que tinha de mais querido (Gn 22.3-18).

2. Como José, que preferiu sofrer a entristecer a Deus (Gn 39.4-22).

3. Como Moisés, que foi fiel em toda a sua casa (Nm 12.7; Hb 3.5).

4. Como Davi, diante dos adversários (1Sm 22.14).

5. Como Daniel, diante da morte pelo martírio (Dn 6.10-14).

6. Como Paulo, no ministério que lhe foi confiado (At 20.20).

7. Como Timóteo, o filho amado e fiel (1Co 4.17; Fp 2.19-20).

8. Como os crentes sofredores de Esmirna (Ap 2.10).